Primeiras Impressões – ‘Red Band Society’

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Baseada na série espanhola Polseres Vermelles, a série Red Band Society estreou na última quarta-feira, dia 17/9, trazendo alguns aspectos inovadores para a nova versão americana – produzida pelo Steven Spielberg (Falling Skies).

“Sorte não é ter o que você quer. É sobreviver ao que não quer.”

A história se passa em torno de um grupo de adolescentes que acabam se tornando amigos em um hospital. Primeiro somos apresentados ao garotinho Charlie (Griffin Gluck, de Private Practice), que está em coma, e que com o seu jeito todo acolhedor nos narra a história de cada um dos “moradores” do hospital. Depois, ao longo dos 44 minutos do piloto, fomos apresentados ao resto do grupo de seis amigos que formam a Sociedade dos Pulseiras Vermelhas (em tradução livre): os dois garotos que tem câncer que dividem o quarto, o próprio garoto que está em coma, o jovem que tem fibrose, a anoréxica e a jovem líder de torcida que tem problemas cardíacos e que precisa de um novo coração.

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Tentarei não comparar Red Band Society com a produção original, pois esse nova versão é totalmente independente e insere alguns aspectos americanizado na trama, como por exemplo a uso de iPhones, tanto para jogar Candy Crush como para fazer ligações de emergência, a referência ao livro Crepúsculo e a linguagem jovial, o que acaba tornando a série uma dramédia acaba divertindo a todos que a assiste, apesar de todos os clichês apresentados de uma forma bem descontraída.

“Sua alma é você e nunca poderão mexer nela.”

Outro aspecto interessante é que o seriado foca na vida dos pacientes e não nos grandes dramas dos médicos, que são o foco de grandes sucessos como Grey’s Anatomy e House. A partir de tal fato, o hospital pode ser um lugar transformador, apesar de toda a estereotipagem que se tem do mesmo, como um lugar frio e bastante triste. Com as vivências e as histórias de vida dos pacientes podemos ver que qualquer jovem ou pessoa doente pode sim ter uma vida boa e divertida no hospital, dentre de suas possibilidades. Para exemplificar: os quartos dos adolescentes tem uma decoração própria, com livros, CD’s, pufes pelo chão, e até o consumo de cigarros, bebidas alcoólicas e drogas (claro que tudo escondido).

Red Band Society

Para finalizar não posso deixar de mencionar a belíssima trilha sonora da trama, com músicas atuais e conhecidas por todos. As cenas finais do piloto foram ao som de Every Teardrop is a Waterfall da banda Coldplay, e que mostra que esses personagens que tem um grande potencial para se tornarem inesquecíveis.

P.S. 1: Se você deseja se tornar um Pulseira Vermelha igual a mim, venha me acompanhar semanalmente nas reviews da série aqui no TeleSéries;

P.S. 2: Menção honrosa a Polseres Vermelles que é uma excelente série espanhola e que será citada em breve na nossa coluna 15 Razões.

P.S. 3: Fiquem ao som do Colplay como o pontapé para vocês assistirem ao piloto.

Texto originalmente publicano no site TeleSéries.

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